Atualizado em outubro de 2026.
Quem acompanha tecnologia há algum tempo sabe: toda vez que o cenário parece estável, algo muda. Em 2026, com a IA generativa dentro do dia a dia dos desenvolvedores, essas mudanças aconteceram mais rápido do que nunca, e elas definem o que esperar de 2027.
Este artigo traz um ranking comentado das 20 linguagens de programação mais relevantes para 2027, com dados de fontes confiáveis, tendências e uma visão de salários por linguagem no Brasil. O objetivo é ajudar quem precisa tomar decisões técnicas ou estratégicas: escolher uma stack, contratar profissionais ou planejar a evolução de um produto.

Como montamos essa lista
Cruzamos três fontes principais na montagem dessa lista:
- TIOBE Index (tiobe.com/tiobe-index): mede popularidade com base no volume de pesquisas sobre a linguagem em dezenas de motores de busca ao redor do mundo.
- Stack Overflow Developer Survey 2025 (survey.stackoverflow.co/2025): 49.000+ desenvolvedores responderam sobre quais linguagens usam, admiram e querem aprender.
- GitHub Octoverse 2025 (octoverse.github.com): análise de atividade real de 180 milhões de desenvolvedores na plataforma.
Para a seção de salários, usamos também a Pesquisa Salarial de Programadores 2026, do Código Fonte TV.
Um aviso importante: mais popular não significa melhor para o seu projeto. A linguagem certa é a que resolve o seu problema com o time que você tem, e não necessariamente a que está no topo do ranking.
As 20 linguagens de programação mais relevantes em 2027
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Python
Para que serve: IA e machine learning, ciência de dados, automação, back-end, scripts e prototipagem rápida.
Python continua em primeiro lugar no TIOBE, com 17,76% de participação em setembro de 2026. A liderança é folgada, mas o índice mostra um recuo: são 8,22 pontos percentuais a menos em um ano, e o pico foi de 26,98% em julho de 2025. Linguagens mais especializadas estão ocupando nichos que antes eram do Python.
Ao mesmo tempo, no Stack Overflow Developer Survey 2025 o Python cresceu 7 pontos percentuais, impulsionado pela IA. Frameworks como TensorFlow, PyTorch e scikit-learn dominam o ecossistema de machine learning. Se o seu projeto envolve a linguagem, veja como contratar um desenvolvedor Python e para que ela serve na prática.
Tendência: líder, mas perdendo participação no TIOBE.
2. TypeScript
Para que serve: desenvolvimento web front-end e back-end, aplicações escaláveis, projetos com equipes grandes.
A grande história dos últimos anos. Em agosto de 2025, pela primeira vez, o TypeScript se tornou a linguagem mais usada no GitHub por número de contribuidores, superando o Python por cerca de 42 mil pessoas. O crescimento foi de mais de 1 milhão de novos contribuidores em 12 meses, alta de 66% sobre o ano anterior.
Dois fatores explicam o salto. Frameworks modernos, como Next.js e Angular, já criam projetos em TypeScript por padrão. E a IA generativa acelerou a adoção: um estudo acadêmico de 2025 apontou que 94% dos erros de compilação gerados por LLMs são falhas de verificação de tipos, o que torna a tipagem forte uma aliada de quem programa com assistentes de IA.
No TIOBE, o TypeScript ainda fica fora do top 20, o que mostra a diferença de metodologia entre os índices. Para uso real em projetos novos, os dados do GitHub são mais representativos. Quer se aprofundar? Leia o que é TypeScript, a comparação JavaScript vs TypeScript e como contratar um desenvolvedor TypeScript.
Tendência: em alta acelerada.
3. JavaScript
Para que serve: desenvolvimento web front-end, aplicações Node.js, mobile com React Native.
O JavaScript continua essencial. No Stack Overflow Developer Survey 2025, ele é usado por 66% dos respondentes, a linguagem mais usada da pesquisa. No TIOBE de setembro de 2026, aparece em 6º lugar, com 2,76%. Um detalhe importante: boa parte do que antes era contado como código JavaScript hoje passa pelo TypeScript, o que explica o crescimento do TS sem uma queda equivalente no JS.
Tendência: estável.
4. C
Para que serve: sistemas operacionais, firmware, programação embarcada, software de alta performance.
O C ocupa o segundo lugar no TIOBE de setembro de 2026, com 10,28% e alta de 1,63 ponto percentual em um ano. É uma linguagem de décadas, cuja sintaxe serviu de base para quase tudo que veio depois. Quase não aparece em conversas de startups, mas segue absoluta em sistemas, kernels, microcontroladores e em qualquer contexto em que desempenho e controle de memória são críticos.
Tendência: estável, com leve alta no TIOBE.
5. C++
Para que serve: games, engines gráficas, sistemas de alta performance, simulações, infraestrutura de IA.
Logo atrás do C, o C++ está em 3º no TIOBE de setembro de 2026, com 8,67%. Em desenvolvimento de jogos, engines como a Unreal e simulações físicas, não há substituto real. Outra frente que cresce: boa parte da infraestrutura que roda modelos de IA em produção é escrita em C++.
Tendência: estável, com crescimento em nichos de IA e games.
6. Java
Para que serve: desenvolvimento enterprise, back-end de grandes sistemas, Android nativo, microsserviços.
O Java está em 4º lugar no TIOBE de setembro de 2026, com 7,54%, e passou a ficar atrás do C++. Todo ano alguém decreta a morte do Java, e todo ano ele segue vivo em sistemas bancários, ERPs, aplicações corporativas e back-ends de grande escala. O ecossistema Spring/Spring Boot é amplamente adotado por empresas que precisam de robustez e manutenção de longo prazo. Muitas delas estão migrando versões antigas: veja o guia de migração de Java 8 para Java 21.
Tendência: estável, com leve perda de espaço relativo.
7. C#
Para que serve: desenvolvimento enterprise .NET, jogos com Unity, aplicações Windows, nuvem com Azure.
O TIOBE elegeu o C# a Linguagem do Ano de 2025, pelo maior crescimento anual do índice. Em setembro de 2026, ele está em 5º lugar, com 4,22%, o que representa uma devolução de parte desse avanço (queda de 2,16 pontos em 12 meses). O ecossistema .NET amadureceu muito e hoje suporta desenvolvimento multiplataforma com credibilidade. A Unity mantém o C# como linguagem principal para jogos, e a integração com o Azure o torna estratégico para empresas do universo Microsoft. Se precisa de profissionais, veja como contratar um desenvolvedor .NET.
Tendência: estável, depois da forte alta de 2025.

8. Go (Golang)
Para que serve: microsserviços, APIs de alta performance, ferramentas de infraestrutura, cloud-native.
O Go foi criado pelo Google com um objetivo claro: ser simples, rápido e fácil de escalar em times grandes. Nesse contexto, entrega. É a linguagem preferida em ferramentas como Docker e Kubernetes e em APIs que precisam atender muitas requisições simultâneas. No TIOBE de setembro de 2026, o Go aparece em 12º, com 1,10%, queda de 1,22 ponto em um ano. A demanda por profissionais em infraestrutura e cloud-native, porém, segue consistente.
Tendência: estável em infraestrutura, com perda de posição no TIOBE.
9. Rust
Para que serve: sistemas de baixo nível, segurança de memória, WebAssembly, infraestrutura crítica.
No Stack Overflow Developer Survey 2025, o Rust foi eleito, pelo décimo ano consecutivo, a linguagem mais admirada pelos desenvolvedores, com 72% de aprovação. A proposta é clara: desempenho de C/C++ com segurança de memória garantida em tempo de compilação. Amazon, Microsoft e Cloudflare já usam Rust em partes críticas da infraestrutura.
No TIOBE de setembro de 2026, o Rust entrou no top 10, em 10º lugar, com 1,34% e alta de 0,33 ponto em um ano. A adoção corporativa ainda está atrás do entusiasmo da comunidade, e a curva de aprendizado é íngreme, mas a trajetória de crescimento é consistente. Para saber mais, leia Conheça o Rust.
Tendência: em alta acelerada.
10. R
Para que serve: estatística, análise de dados, bioinformática, pesquisa acadêmica.
O R segue no top 10 do TIOBE, em 9º lugar, com 1,69% em setembro de 2026, alta de 0,27 ponto em um ano. A linguagem retoma espaço que tinha perdido para o Python em data science, principalmente onde análise estatística clássica e visualização de dados são centrais, como na pesquisa acadêmica e no mercado financeiro. Não vai substituir o Python no mainstream da IA, mas tem um nicho bem definido e ativo.
Tendência: estável no top 10.
11. SQL
Para que serve: consulta e manipulação de bancos de dados relacionais.
O SQL merece uma observação: tecnicamente, é uma linguagem de consulta declarativa, e não de programação de propósito geral. Mesmo assim, todo desenvolvedor back-end precisa dominá-la, e todo analista de dados passa boa parte do dia escrevendo consultas. No Stack Overflow Developer Survey 2025, o SQL aparece entre as mais usadas, com 59% de adoção, e no TIOBE de setembro de 2026 está em 8º, com 2,16% e alta de 0,29 ponto. Para escolher o banco certo, veja o guia dos bancos de dados mais populares.
Tendência: estável e onipresente.
12. PHP
Para que serve: desenvolvimento web back-end, CMS (WordPress, Drupal) e aplicações com Laravel.
O PHP tem fama de ultrapassado que não condiz com a realidade do mercado. Segundo o W3Techs, ele segue como a linguagem de back-end mais usada entre os sites que declaram qual tecnologia utilizam. O Laravel modernizou bastante o ecossistema, e há um número enorme de sistemas legados em PHP que ainda precisam de manutenção e evolução. Pode não ser a escolha padrão para um projeto novo em 2027, mas a demanda por profissionais continua. No TIOBE de setembro de 2026, está em 14º, com 1,04%. Veja o que é PHP e como funciona e como contratar desenvolvedores PHP.
Tendência: em queda gradual, mas ainda relevante pelo volume de sistemas existentes.
13. Swift
Para que serve: desenvolvimento de apps para iOS, macOS, watchOS e tvOS.
Para quem desenvolve no ecossistema Apple, o Swift é o padrão desde que substituiu o Objective-C como opção principal, em 2014. A Apple segue investindo pesado na linguagem e em frameworks como o SwiftUI. No TIOBE de setembro de 2026, o Swift está em 18º, com 0,83% e alta de 0,10 ponto em um ano.
Tendência: estável no nicho iOS/macOS.
14. Kotlin
Para que serve: desenvolvimento Android, back-end com Spring, multiplataforma com Kotlin Multiplatform.
O Kotlin é a linguagem preferida do Google para Android desde 2019 e vem avançando no back-end, principalmente em times que já trabalham com Java e querem uma linguagem mais moderna e concisa no mesmo ecossistema JVM. O Kotlin Multiplatform está amadurecendo e permite compartilhar código entre Android, iOS e web. Embora tenha ficado fora do top 20 do TIOBE, segue como padrão no Android. Leia também Kotlin ou Java para Android e como contratar um desenvolvedor Kotlin.
Tendência: estável, com crescimento em mobile multiplataforma.
15. Dart (Flutter)
Para que serve: desenvolvimento mobile e web multiplataforma com Flutter.
O Dart sozinho teria pouca relevância sem o Flutter. Junto com o framework do Google, virou a linguagem para criar aplicações com uma única base de código que roda em Android, iOS, web e desktop. A adoção do Flutter cresceu bastante nos últimos anos, principalmente em times que precisam colocar um app mobile no ar rapidamente.
Tendência: em alta, atrelada ao crescimento do Flutter.
16. Scala
Para que serve: processamento de dados em larga escala, sistemas distribuídos, big data com Spark.
O Scala não é uma linguagem do dia a dia para a maioria dos projetos. É altamente especializada e tem curva de aprendizado exigente. Onde brilha é em pipelines de dados de grande volume, em que o Apache Spark, escrito em Scala, ainda domina. Quem trabalha com engenharia de dados em empresas com muita informação vai, mais cedo ou mais tarde, esbarrar nela.
Tendência: estável em nicho especializado.
17. Shell / Bash
Para que serve: automação, scripts de sistema, CI/CD, DevOps, administração de servidores Linux.
Não aparece com destaque nos rankings de popularidade, mas está em todo lugar. Scripts de deploy, automação de tarefas, pipelines de integração contínua: o Bash é a cola que mantém boa parte da infraestrutura moderna funcionando. Todo desenvolvedor back-end ou profissional de DevOps precisa de pelo menos fluência básica em Shell.
Tendência: estável e onipresente em infraestrutura.
18. Lua
Para que serve: scripting em games, embutida em aplicações como NGINX e Redis, automação em ferramentas diversas.
O Lua é pequeno, rápido e fácil de integrar a outros sistemas. Historicamente popular em jogos (é usado no Roblox, entre outros), também aparece como linguagem de configuração e extensão em produtos como NGINX, Redis e Neovim. O Luau, dialeto do Lua com tipagem gradual criado pelo Roblox, foi uma das linguagens de maior crescimento percentual no GitHub Octoverse 2025, com alta acima de 194%.
Tendência: estável em nicho, com crescimento em games via Luau.
19. Elixir
Para que serve: sistemas distribuídos, aplicações em tempo real, back-ends de alta disponibilidade.
No Stack Overflow Developer Survey 2025, o Elixir ficou em terceiro lugar entre as linguagens mais admiradas, com 66% de aprovação. Construído sobre a máquina virtual do Erlang, entrega tolerância a falhas e concorrência de forma elegante, e o framework Phoenix é muito bem avaliado por quem o usa. A demanda do mercado ainda é menor que o entusiasmo da comunidade, mas há casos de uso em que se destaca, como chats em tempo real e sistemas financeiros.
Tendência: estável em nicho, com alta admiração.

20. Zig
Para que serve: sistemas de baixo nível, substituição do C em contextos de alta performance e segurança.
No Stack Overflow Developer Survey 2025, o Zig aparece com 64% de aprovação entre as linguagens mais admiradas. É uma linguagem jovem, sem garbage collector e com controle manual de memória como o C, mas com ferramentas melhores para evitar armadilhas comuns. Vem ganhando espaço em projetos de infraestrutura e compiladores e crescendo no ecossistema WebAssembly. Ainda é mais uma aposta no futuro próximo do que uma linguagem de mercado.
Tendência: emergente, com crescimento consistente.
O que mudou em relação a 2026?
A mudança mais importante é estrutural: a IA está influenciando não só como o código é escrito, mas quais linguagens os desenvolvedores escolhem.
O TypeScript foi o maior beneficiado. Sistemas de tipos fortes ajudam a pegar erros gerados por ferramentas como o Copilot antes que cheguem à produção, e os frameworks modernos tornaram o TS o ponto de partida padrão. Rust e Go seguem ganhando espaço em infraestrutura, onde segurança e desempenho são inegociáveis.
No TIOBE, o Python continua líder, mas perdeu mais de 9 pontos percentuais desde o pico de julho de 2025, enquanto o top 10 segue estável e as mudanças aparecem perto da 20ª posição. Perl e Ruby deixaram o top 20, abrindo espaço para dois veteranos, Ada e Objective-C, e o Julia está perto de voltar à lista. Visual Basic e Fortran continuam no índice graças a sistemas legados, mas raramente aparecem em projetos novos.
Quanto ganha um desenvolvedor em cada linguagem no Brasil
Escolher uma linguagem também é uma decisão de custo. Segundo a Pesquisa Salarial de Programadores 2026, do Código Fonte TV, que ouviu 17.046 profissionais entre fevereiro e junho de 2026, estas são as médias salariais mensais das linguagens com mais respondentes:
| Linguagem | Média mensal | Respondentes | Variação sobre 2025 |
|---|---|---|---|
| Go | R$ 13.642 | 404 | −4,7% |
| Kotlin | R$ 13.506 | 392 | +5,6% |
| Java | R$ 11.457 | 2.808 | +6,7% |
| C# | R$ 11.206 | 2.496 | +9,9% |
| TypeScript | R$ 11.142 | 2.402 | +15,7% |
| Python | R$ 10.644 | 2.350 | +12,0% |
| Dart | R$ 10.565 | 302 | +18,8% |
| PHP | R$ 10.210 | 1.670 | +19,5% |
| JavaScript | R$ 10.071 | 1.988 | +13,2% |
| Delphi | R$ 9.365 | 258 | +10,1% |
Três leituras ajudam a interpretar a tabela:
- Go e Kotlin lideram, mas com amostras menores. Os dois ficam acima de R$ 13 mil, em mercados mais especializados (infraestrutura, back-end de alta performance e Android). Go foi a única linguagem da lista com média em queda em relação a 2025.
- Java, C# e TypeScript formam o bloco intermediário e mais numeroso, todas acima de R$ 11 mil. O TypeScript foi o que mais cresceu entre as três (+15,7%), em linha com a alta de adoção que vimos no GitHub.
- Python e JavaScript, as mais populares, têm médias mais baixas. Uma leitura possível é que a grande base de iniciantes e profissionais juniores puxa a média para baixo. A popularidade traz volume de vagas, mas não necessariamente o maior salário.
Como ler esses números: são valores autodeclarados e médias simples, que misturam todos os níveis de senioridade. Eles servem como referência de mercado, não como proposta salarial. Para um projeto específico, a faixa muda bastante conforme nível, porte da empresa e região.
NextAge: a empresa certa para qualquer stack
Escolher a linguagem é só o começo. O verdadeiro desafio para gestores de TI é ter os profissionais certos para trabalhar com ela, dentro de um processo que realmente entrega.
É aí que a NextAge entra. A empresa oferece alocação estratégica de squads ágeis e talentos de alta performance para quem quer acelerar a transformação digital sem as dores da contratação direta. Os profissionais são validados técnica e comportamentalmente, e um Tech Lead dedicado garante alinhamento e eficiência durante toda a parceria.
Em projetos de escopo definido, você ganha previsibilidade de custo e prazo sem perder a flexibilidade de repriorizar conforme o mercado exige. E para times que já estão em movimento, o Nextflow AI integra a IA generativa ao ciclo de desenvolvimento, acelerando entregas e reduzindo retrabalho, qualquer que seja a linguagem do projeto.
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Perguntas frequentes
Quantas linguagens de programação existem?
Existem mais de 700 linguagens de programação, mas apenas de 20 a 30 são usadas ativamente no desenvolvimento profissional de software. As mais adotadas incluem Python, JavaScript, Java, TypeScript, C#, C++, Go, Rust, Swift e Kotlin. A grande maioria do software em produção no mundo é escrita em menos de 10 delas.
Qual é a linguagem de programação mais popular em 2027?
Depende da fonte. O Python lidera o TIOBE Index, o JavaScript é a linguagem mais usada entre os desenvolvedores no Stack Overflow Developer Survey, e o TypeScript é a mais usada no GitHub por número de contribuidores. Para aplicações web especificamente, o JavaScript continua sendo a base.
Qual a diferença entre linguagem de programação e linguagem de código?
Os termos significam a mesma coisa e são usados como sinônimos. “Linguagem de programação” é o termo formal, acadêmico e profissional. “Linguagem de código” é uma expressão mais informal. Ambas se referem a uma linguagem formal, com sintaxe própria, usada para escrever instruções que o computador executa.
Qual linguagem de programação aprender primeiro?
O Python é a mais recomendada para iniciantes: tem sintaxe simples e legível, uma comunidade grande e demanda em várias áreas do mercado. Se o objetivo for especificamente desenvolvimento web, comece pelo JavaScript, a única linguagem que roda nativamente nos navegadores.
Qual linguagem de programação paga mais?
No Brasil, segundo a Pesquisa Salarial de Programadores 2026 do Código Fonte TV, as maiores médias mensais são de Go (R$ 13.642) e Kotlin (R$ 13.506), seguidas por Java (R$ 11.457), C# (R$ 11.206) e TypeScript (R$ 11.142). Os valores variam bastante conforme senioridade, tipo de empresa e região, e linguagens de nicho tendem a ter menos vagas que as mais populares.

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